18 de dezembro de 2017
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Carlinhos revela ‘identidade’ com Leão da Vila

Há três meses, o paulista Carlinhos recebeu mais um desafio na sua carreira: jogar no Norte do Brasil. O volante de 31 anos que já defendeu o Bragantino e Figueirense, revela que tinha consciência da responsabilidade profissional quando veio para o Naça, mas hoje criou identidade com o Leão da Vila Municipal.

“Cheguei em maio, com a responsabilidade de compor o elenco que tinha um objetivo. Todos nós abraçamos e acabamos amargando resultados negativos diante das equipes que tinham elenco formado a mais de 1 ano. Mas isso, no meu caso, teve um lado positivo, me fez admirar ainda mais o Nacional e sua torcida. Hoje estou totalmente adaptado e me sinto em casa”, conta.

Carlinhos hoje mora com a esposa e o filho João, em Manaus. Para ele, vestir o mando azulino é mais uma oportunidade para aprender e crescer na carreira.

“Sempre digo que a cada dia tenho algo a mais para aprender, mas com certeza tenho muito para ajudar, não seria diferente jogando pelo Nacional, venho buscando melhorias para ajudar o clube a conquistar mais um título”, ressaltou.

O volante que tem experiência por ter disputado alguns estaduais, ressalta que nada se compara ao treinamento, entrosamento e garra.

“Tenho experiência sim e com certeza darei meu máximo para ajudar. Já tivemos tempo suficiente para entrosar, agora é só mostrar resultados. Venho treinando forte, focado e determinado, para o início deste Barezão, tenho certeza que sairemos bem, garra não vai faltar”, garantiu.

Revelado na base do São Paulo, Carlinhos, já conhecia o Campeonato Amazonense através de um amigo que fez gol na Arena da Amazônia.

“Joguei com o Junior Paraíba, que fez parte do time do Nacional, sei como é vestir a camisa azulina. Ele me contou da emoção de disputar o estadual com o Nacional. Sinto um clima de um clube grande que tem sede de títulos. Eles cobram porque sabem que tem jogadores para conquistar títulos, enquanto não houver agressão, a cobrança será bem vinda. Cada jogador já dá o seu melhor, pois temos família que dependem de nós, de certo modo eles também são torcedores do Naça. É disso que precisamos: união” concluiu.

Colaborou Roberta França